Viagens & reviews

Viagem a Amesterdão + Scones de maçã

Nos últimos dias ausentei-me do mundo dos blogs, para viajar até Amesterdão. Agora, já de volta às terras Portuguesas, aproveitei para vos mostrar um pouco do que mais gostei.1
Talvez o que mais tenha gostado tenha sido do próprio ambiente da cidade. Fugindo ao centro turístico, vi casas com séculos separadas por canais de água, de uma arquitetura única, e extraordinariamente bem preservadas. Todos os canais eram acompanhados por passeios e atravessados por pontes, que se faziam cruzar por milhares de bicicletas diariamente. Como a própria cidade era abrangida por vários tipos de transportes públicos, no geral, Amesterdão era uma cidade limpa, e com ar verdadeiramente respirável.
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A nível cultural saliento o Museu de Van Gogh e o Rijksmuseum, o primeiro para conhecer a vida e a obra do expressionista, e o segundo para conhecer melhor o passado da Holanda. Também vos aconselho a visitar um dia a casa museu de Anne Frank. Para quem já leu o livro, e conhece a história verídica, é imprescindível vivenciar e sofrer um pouco com a experiência no próprio anexo.
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Realço também o Concertgebouw, o mercado de flores flutuante, a feira de Albert Cuyp, (um mercado ao ar livre onde encontrei pão tradicional, escuro de fermentação natural a preço acessível e de ótima qualidade!), e os imensos parques verdes da cidade. O da penúltima foto, é o meu preferido, o Voldenpark. Aconselho a todos a dar um passeio pela cidade em duas rodas, e passar por este parque. E talvez, a fazer um piquenique.
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Como estudante, sempre que viajo, o orçamento é curto, e portanto, para aproveitar o melhor da cidade, temos de cortar em alguns caprichos de turista. Todos os dias levamos o almoço de casa, geralmente sandes de hummus para mim, a variar entre outros petiscos veg, que se faziam rapidamente no dia anterior.

Notei que o povo holandês parece ter alguma preocupação com a origem dos seus alimentos. A abrangência dos produtos biológicos nos mercados comuns, o pão cuja farinha é moída nos moinhos tradicionais, e até a venda de produtos animais (carne, queijo…), que afirmavam ser locais. E, ao mesmo tempo, o paralelo com os preços. Faz-me crer que se no nosso país as pessoas se preocupassem mais com a origem do que consomem, o mercado poderia ser bem diferente.
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Voltando ao assunto da comida, Amesterdão oferece o que comer para toda a gente, devido à sua multiculturalidade gastronómica. Mas talvez o que mais gostei de comer foi mesmo a tradicional Appeltaart, uma tarte de maçã, bem carregada de fatias de maçã e algumas passas. Também gostei das Dutch pancakes, umas panquecas que se assemelham a crepes, na Pancakes!.

Se por acaso não tiveram tempo de fazer sandes no dia anterior, dêem um salto ao Stach (foto de cima), onde podem encontrar comida pronta veg e não veg, saudável, e também alguns doces. Devo também mencionar que no único dia em que fomos jantar fora, ao WoestAmsterdam, fui servida com uns soba noodles deliciosos e totalmente vegan, num restaurante para todos os gostos.
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Por fim, adorei conhecer a loja Hemp Works. É a primeira loja na Europa que só vende produtos de cânhamo, especialmente roupa, e alguns cosméticos. Comprei pela primeira vez roupa bio feita de cânhamo, e não era muito fora de preço.
Amsterdam
Para termina agradeço à minha companhia de sempre nestas viagens, e à Margje pelo apartamento acessível e com excelente localização!

Já não partilhava nada há algum tempo, e é raro postar alguma coisa sem uma receita, por isso junto com minha reportagem da viagem, decidi publicar uma receita de scones.

scones de maçã e aveia // apple oat scones

Mesmo antes de partirmos, pensei em fazer uns doces para a viagem, afinal, o voo, mais o transporte de autocarro de Eindhoven a Amsterdam, era bem capaz de nos dar muita fome. Fiz 6 scones na manhã do dia anterior. Acontece que na noite do dia anterior ao voo já não havia nenhum scone, e preparamos sandes. (mais…)

Travelling: Barcelona

Travelling is probably one of the best ways to open our minds, see new cultures and ways of standing in life, so, the wish of travelling plays a main roll in humans existence, so that they can get access to more and different knowledge. This allows us to achieve a personal knowledge and a better understanding of the world that only traveling, connecting with different people and cultural means can offer.

(The view from Park Guell)

Barcelona was my first trip after turning 18 and starting to travel independently, and I guess I couldn’t have chosen a better destination having in consideration my interests, money, time and company.

My partner and I rent a apartment in the area of Poble Sec, which was practically near the city center and had a metro station with the line L3 that was very useful in our discovery of Barcelona.

In those 5 days, that past so, so quickly, we saw some of most beautiful monuments that we have ever seen and which I highly recommend everyone to visit during their lives.

One of our first visits in the city was the port and the beach. We had a walk in the Ronda del Litoral and Rambla del Mar in the end of the afternoon and it was so pleasant to see such beautiful fusion between the Mediterranean Sea and the downtown of Barcelona. Here we found many restaurants with traditional food, which we had to visit in our last day.

(Casa Batlló)

In the next day we visited La Rambla and Barri Gòtic where we found a lot of commerce. We stopped in Plaça de Catalunya to eat our sandwiches and delicious fruits that we bought in a huge market called Mercat de la Boqueria. Then we headed to Passeig Gràcia to visit Casa Batlló and Casa Milà “La Pedrera”, both design by Antoni Gaudí, with an architecture considered to be completely innovative by the time their were built.

The following day was spent appreciating the beauty of Picasso’s paintings in Picasso’s museum and the huge and spectacular Sagrada Familia, a church that I recommend everybody to visit because of its grandiosity and unique architecture.

I also have to refer a small bakery we found close to the Picasso museum called “Barcelona Reykjavik” that sells organic bread, and some sweet treats like cookies and muffins, so delicious, so natural and pleasant to our palate. (This is their website http://www.barcelonareykjavik.com/ca/)

Barcelona, besides the distinctive architecture has impressive parks like Park Guell that contains amazing stone structures and stunning tiling designed by Gaudi and the evolving natural beauty of trees and plants chosen to be part of Park Guell.

In our last day we visited Montjuïc, Joan Miró Foundation and some of the many parks that we found in this hill.

At night, we went to a typical restaurant in the area of Barceloneta, and had a pleasant and romantic Saint Valentines dinner. We wanted to try traditional food, so we started with a potato tortilla as a appetizer, and as a main dish my partner ordered a seafood paella and I ordered a vegetable paella. The vegetable paella was completely mouth-watering, so I advise everybody to try it when visiting Barcelona!

A final note, if you are vegetarian it might not be easy to eat in Barcelona. There are some health food stores all over the city, like Veritas, and you can easily find Maoz Falafel near La Rambla and “Organic” in La Boqueria, but it’s hard to find more than that, so if you are planning to dinner out in a veg restaurant you should do some research before.