Tarte de tomate-cereja e húmus


Gostava de vos ter trazido novidades mais cedo, mas as circunstâncias mudaram desde as últimas publicações, e admito que tive dificuldade em manter este hábito diário de organizar as ideias de receitas, colocá-las em prática e passá-las até vocês. Agradeço a quem teve a preocupação de enviar mensagens e e-mails neste período, e a quem ajudou a manter o blog ativo, através das visitas, partilhas, comentários e partilha dos resultados de receitas que foram colocando em prática.
Posto isto, achei que estava na altura de recomeçar a página, e dar-vos a novidade de que está prevista em outubro a publicação do livro de receitas que partiu deste projeto!


Agora, passando à descrição da receita. A receita partiu de uma ideia que ficou por concretizar durante o planeamento de um workshop. E ficou guardada até bem recentemente, quando o início da época do tomate pareceu justificar colocar, finalmente, a ideia em prática.

Não estimem a complexidade da receita pelo tamanho do procedimento. O único passo mais crítico é apenas o manuseamento da massa filo, para quem não está familiarizado com a sua utilização. Neste caso, poderá encontrar uma sugestão para manter a hidratação da massa no procedimento.
Utilizei apenas ½ pacote de uma embalagem de 120g de massa filo mas, para esta quantidade de recheio, poderiam ser utilizados 100 a 120g, para obter uma base mais consistente. Ainda sobre a massa filo, como depois de confecionada tende a ficar menos estaladiça com o passar do tempo, sugiro que a tarte seja imediatamente servida.

A pensar na massa filo crocante, o recheio tinha de ser cremoso e saboroso, e por isso utilizei o húmus de leve sabor a citrinos, coberto de tomates-cereja que rebentam na boca de sabor, e alguns pinhões tostados que também fornecem alguma textura à tarte, e conservam o sabor amargo característico dos frutos gordos. Os pinhões podem ser omitidos ou, substituídos por azeitonas cortadas ou frutos gordos do vosso gosto.


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